
Muito se tem falado dos problemas da segurança (ou melhor, da insegurança) do nosso concelho, e da cidade de Almeirim em particular.
Há protocolos para ajudar os comerciantes e os idosos, há o patrulhamento a cavalo e de bicicleta e há, sempre quem diga que Almeirim não sofre de insegurança. Eu penso o contrário. E, infelizmente, tenho razões para dizer isto. Ontem à tarde, em plena luz do dia, a minha mãe foi assaltada na Rua S. Tomé e Príncipe por dois deliquentes encapuçados que, por esticão, lhe tiraram a mala e roubaram dinheiro (para quem desconhece a localização desta rua, junto mapa).
E, por estes lados, não vejo qualquer patrulhamento da GNR. Resido a uns 100 metros do local e nunca vi militares desta força a patrulharem as ruas do Bairro da Troia. Sou obrigado a afirmar que esse patrulhamento apenas se verifica na zona central de Almeirim (como se a nossa cidade se resumisse a esta zona), e se limita ao controle de infracções ao Código da Estrada.
Sei que virão pessoas dizer que os efectivos locais não chegam. Mas, também, não vejo as pessoas que dizem isso, "mexer uma palha" para que a situação melhore. Muitas promessas, mas nada de concreto foi (é) feito.
Almeirim, que costumava ser uma vila pacata, onde se podia andar a pé de noite sem qualquer receio, é hoje uma cidade em que circular, de dia por algumas ruas, se pode tornar um pesadelo.